Pererecas!!! É isso mesmo. Por mais que as poesias, as frases e as histórias de contos de fadas insistam em nos fazer acreditar que o amor é algo quase que sobrenatural, a verdade não é bem essa. Ou melhor, esse é apenas um lado do amor.
Parece que passamos a vida toda ouvindo que os sapos viram príncipe, mas o que não sabíamos é que os príncipes voltam a virar sapos... e depois novamente príncipes... e assim sucessivamente. Além disso, nós mulheres também não somos sempre princesas. Também viramos pererecas e perdemos nossos encantos. Voltamos a nos tornar princesas e assim por diante!
Enquanto não nos convencermos de que o amor não é só paixão, saudade, alegria, suspiros e promessas, continuaremos sofrendo indefinidamente. Na realidade, é certo que sempre sofreremos em nossas experiências amorosas, mas o fato (ou o grande segredo), é que este sofrimento tem de nos ensinar alguma coisa. Não podemos simplesmente sofrer, chorar e sair de uma relação pior do que entramos.
Enquanto não entendermos, de fato, que um relacionamento é a escola mais séria e que mais exige e propicia nosso crescimento como seres humanos, continuaremos acreditando que o amor é um capricho, um presente que a vida nos dá e que, quando cansamos ou enjoamos dele, podemos simplesmente descartá-lo.
Mudam-se os pares, trocam-se de casas, nomes e endereços, mas a verdade é que continuamos os mesmos. Nossas limitações, nossos medos e nossas justificativas é que têm de mudar. Somente quando ganhamos consciência e maturidade é que podemos transformar um amor. Somente quando admitimos nossa participação em cada fracasso é que temos condições de atuar de forma diferente e mais eficaz.
E, acreditem, dá trabalho! Dá muito trabalho!!! Quando insisto que precisamos ler, conversar, buscar ajuda e nos abrir para as mudanças, é porque percebo que quanto mais a gente aprende sobre o amor, mais descobrimos o quanto nada sabemos, o quanto somos mesquinhos, egoístas, dependentes emocionalmente, neuróticos, frágeis e orgulhosos.
Mas, por outro lado, é exatamente neste mesmo momento que também percebemos o quanto podemos ser mais, melhores e, sobretudo, verdadeiramente felizes. Superar nossos próprios obstáculos internos, perceber o quanto nossas crenças podem nos limitar e, a partir de então, modificá-las, ampliar nossa visão e a percepção que temos de nossos próprios sentimentos.
Cada vez mais, descubro que nosso grande problema não é termos problemas, mas vivermos como se os problemas não existissem, simplesmente porque não sabemos como resolvê-los. Não há nada de errado em não saber. O erro está em não querer aprender. Não há nada de errado em termos problemas no amor. O erro está em fugirmos dele ou vivermos de aparências e máscaras, fingindo que eles não existem!
Está mais do que na hora de encararmos de frente nossos bichos, nossa sombra e nossos cantos internos sujos e malcheirosos. Raiva, inveja, ciúmes, insegurança, oportunismo, entre tantas outras artimanhas que usamos para tentar amarrar um amor não nos trazem certezas nem garantias. Apenas frustrações, desilusões e sensação de fracasso.
O que nos traz o que procuramos é o olhar para dentro, a busca pessoal de cada um. Aceitar o outro como ele é; aprender que nem sempre as situações acontecem como e quando gostaríamos; compreender que cada dia tem o seu tempo, cada acontecimento tem a sua hora certa e que a vida é justa e perfeita...
Ana´s thoughts...
Tudo o que nos cerca tem uma justificativa e um objetivo, sendo que o desafio é descobrir qual é esse aprendizado!
domingo, 26 de setembro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Deixo as coisas como estão
Acabo de chegar do cinema, legal o filme. Mas valeu mais pela cia. Uma pessoa que gosto muito (que aliás, nunca deixei de gostar), que passei muitos dias da minha vida junto. Dias felizes, outros, nem tanto, mas, graças a Deus, foram a minoria. Pessoa essa, que pude confiar, que me aconselhou, me acalmou, talvez tenha me entendido nas minhas "nóias" e acredito que me amou. Pessoa simples (como eu gosto disso!) e que talvez por isso, tenha aceitado um convite meu, mesmo depois de eu tê-lo feito sofrer, o que infelizmente aconteceu há quase um ano, não que fosse minha intensão. E eu criei um certo "bloqueio", não entendo o porquê. Fomos ao cinema, conversamos, assistimos ao filme, voltamos e eu não o olhei nos olhos. Não tive coragem de olhar nos olhos dele. Passou tanta coisa pela minha cabecinha... mas minha única reação foi essa, manter a distância. Será medo? Se for eu não sei ainda, mas deixo as coisas como estão. Sei que ele está lá, com sua vida, com seu trabalho, com sua familia e o que me importa mesmo é saber que ele está bem, mesmo estando em lugares que não estou, com outras pessoas e outros objetivos. O que sinto está aqui comigo e aqui vai continuar.
domingo, 8 de agosto de 2010
Reconhecimento...
Muitas vezes, espero reconhecimento das pessoas... Não exijo muito, mas mesmo assim me decepciono. No fundo do meu coração acho que merecia mais.
Quando vivo esta sintonia, muitas vezes me sinto triste e mal-amada, como se minhas habilidades estivessem sendo desprezadas pelas pessoas que estão ao meu redor. Há uma sensação de derrota e de abandono como se nada fosse bom. A tristeza entra pela porta dos fundos e se instala como uma profunda melancolia, às vezes misturada com raiva. Uma raiva difícil de entender e aceitar, porque está direcionada às pessoas amadas que não demonstram o amor como eu gostaria...
O objetivo desta reflexão é despertar para as minhas capacidades. Não ficar esperando que os outros façam coisas para mim, cuidar-me, tratar de me fazer feliz. Encontrar disposição para continuar meu aprendizado e não desistir dos meus objetivos. Porém sei que não posso mudar o mundo ou as pessoas à mnha volta. Cada um deve ser o responsável por seu caminho de vida. E as pessoas não mudam porque assim o desejamos.
E o desafio? o desafio é acordar para a luz espiritual e não esperar pela aprovação dos outros que estão ao seu redor. É preciso crescer e não se prender à ingratidão dos demais. Não guardar rancor. Assumir as rédeas de sua vida. Não adianta esperar pela aceitação do outro. Pode ser até que as pessoas queiram muito bem a você, mas cada um nesta vida está preocupado com seus próprios desafios e metas, e isso não é egoísmo. A vida é assim mesmo. Precisamos aprender a conviver e a não depender dos demais. A alegria deve ser cultivada dentro de você.
Quando vivo esta sintonia, muitas vezes me sinto triste e mal-amada, como se minhas habilidades estivessem sendo desprezadas pelas pessoas que estão ao meu redor. Há uma sensação de derrota e de abandono como se nada fosse bom. A tristeza entra pela porta dos fundos e se instala como uma profunda melancolia, às vezes misturada com raiva. Uma raiva difícil de entender e aceitar, porque está direcionada às pessoas amadas que não demonstram o amor como eu gostaria...
O objetivo desta reflexão é despertar para as minhas capacidades. Não ficar esperando que os outros façam coisas para mim, cuidar-me, tratar de me fazer feliz. Encontrar disposição para continuar meu aprendizado e não desistir dos meus objetivos. Porém sei que não posso mudar o mundo ou as pessoas à mnha volta. Cada um deve ser o responsável por seu caminho de vida. E as pessoas não mudam porque assim o desejamos.
E o desafio? o desafio é acordar para a luz espiritual e não esperar pela aprovação dos outros que estão ao seu redor. É preciso crescer e não se prender à ingratidão dos demais. Não guardar rancor. Assumir as rédeas de sua vida. Não adianta esperar pela aceitação do outro. Pode ser até que as pessoas queiram muito bem a você, mas cada um nesta vida está preocupado com seus próprios desafios e metas, e isso não é egoísmo. A vida é assim mesmo. Precisamos aprender a conviver e a não depender dos demais. A alegria deve ser cultivada dentro de você.
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